Em construção. Porque me desfiz em pontinhos e a fase é de redefinição. E dessa vez, atenta ao meu querer, virei em forma de árvore, onde cabe o universo.

Mindfulness, jornalismo, televisão, cores, ioga, alimentação natural, comida orgânica, relacionamento com imprensa, sustentabilidade, public relations, visão estratégica, comunicação empresarial, cinema, moda, slow food, cheiros, árvores, natureza, eco-terapia.

Com novos caminhos.

Respire.

Meu pai, a avó do meu marido - dona Glória.

Oferecer tranquilidade e uma flor, em sorriso.

Há vários planos, cheguei a várias letras. A questão é mergulhar num dos planos. Mergulhei em moda, depois em cores e percebi que a veia do consumismo não era minha agenda. Voltei. E novamente me expus para o novo.

De respirar e de comida - histórias, cheiros, modos de fazer.

A respirar, a pisar a grama com os pés descalços e observar uma árvore. Os sons antes da tempestade, o grito antes da neve. E o silêncio quando tudo passa. E ela volta a ser solidez, segurança. Ou a ficar junto à água e observar quando se aquieta a ponto de refletir. Se ela reflete quando tranquila, assim também somos quando estamos no presente dos pensamentos, serenos.

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