
Novembro é mês de Perdição!
Quando percorremos o desconhecido, este pode parecer assustador e arriscado. Flutuamos à voltacda pergunta sobre se estamos a ir no caminho e na direção certos e queremos saber o que vem a seguir.
Estar perdido é a comobinação da possibilidade com a incerteza. É uma desculpa para darmos um passo em direção a uma vida mais gratificante. Aquilo com que estávamos confortáveis pode não estar mais lá, mas teremos a notável oportunidade de nos reconectarmos connosco mesmos e abraçar a descoberta.
Nesses momentos “intermédios”, viremo-nos para o nosso farol interno e
prestemos atenção ao sítio para onde ele nos guia. O nosso farol é a luz que brilha dentro de nós, um sinal feito dos nossos valores, sonhos e prioridades.
A autora Anaïs Nin disse-o brilhantemente quando escreveu: “O desconhecido é a minha bússola. O desconhecido é a minha enciclopédia. Tudo o que não tem nome é a minha ciência e o meu progresso.”
Brilha. Pede ajuda e larga a ideia de que tens de fazer uma escolha perfeita. Podes sentir-te perdido/a, mas não estás sozinho/a.
O tema deste mês foi escolhido pelo nosso capítulo de Milwaukee e ilustrado pela Melissa Lee Johnson.