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Conheça o ilustrador local para “Propagação”: Ednei S. Araújo

Em 2021, resolvemos dar espaço aos artistas locais de nossa comunidade e os convidando para criar uma ilustração dos nossos temas mensais traduzidos em Português. Para o nosso tema de Março: “Propagação”, chamamos o ilustrador Ednei S. Araújo para reproduzir essa nova versão para nossa comunidade.

Ednei tem 34 anos, é formado em Desenho Industrial e gosta de desenhar, tocar guitarra, ler, HQs, mangás e esportes. Em seu processo criativo, o tema “Propagação” trouxe em seu pensamento a pandemia. “A Propagação do vírus” que é tão rotineira nas notícias ou em “propagação de pragas” em lavouras. A proposta foi fazer algo meio surrealista, usando nanquim, técnicas de pointilhismo e hachuras. Vamos conhecer um pouquinho mais sobre ele.

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Como foi o seu caminho para trabalhar com arte e se tornar ilustrador?

A vontade de desenhar começou aos 7 anos de idade quando observava um amigo do meu irmão que era mais velho fazendo desenhos e eu tentava copiar. E aos 11, quando conheci colegas de classe que adoravam rabiscar os desenhos japoneses da época. E quase todo dia levávamos nossas arte pra comparar. E então mais velho pensei fazer algo relacionado em artes. Foi assim que escolhi o desenho industrial e atualmente estou aprendendo a tatuar.

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Quais são as suas maiores influências criativas?  

A primeira foi dos mangás o famoso Akira Toriyama. Tem um outro mangaká que admiro chamado: kentaro Miura.- Dos clássicos gosto muito de Escher, Gustave Doré, Bosch e Michelangelo.

Como enxerga a arte na cidade de São Paulo e como isso te impacta?

A cidade de São Paulo é uma cidade que dar uma certa liberdada, mais liberdade artísticas que outras do país. Gosto muito das artes em faixadas de prédios, ajudam da mais vida ao lugar e embelezam o dia dia.

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O tema desse mês é “Propagação” - qual foi a sua inspiração e interpretação desse tema para ilustrá-lo?

“Propagação” me lembra esse tema tão falado que é pandemia. “A propagação do vírus” rotineiramente falado nas notícias ou em “propagação de pragas” em lavouras. Eu pensei em fazer algo meio surrealista, usando nanquim, técnicas de pontilhismo e hachuras. Usando o gramofone da natureza como propagador de luz e esperança.

O que você considera importante propagar para gerar impactos positivos no mundo?

Sempre empatia pelo próximo, precisamos mais disso na nossas vidas. Vejo que o rumo das coisas estão indo na contramão dessa lógica.

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Pra fechar, conte uma curiosidade sobre você =)

Já fiz parte de banda de Heavy Metal!!!

Confira outros trabalhos do Ednei no Behance e em seu Instagram. Para participar da edição deste mês - #CMRipple - basta clicar aqui para se inscrever garantir seu lugar no nosso evento de Março! Te esperamos por lá!

O tema de Março é “Ripple”:

Tudo que você faz tem o poder de criar seu próprio efeito cascata. Como um objeto rompendo a superfície da água, nossas ações podem causar uma série de ondas de impacto com expansão contínua, chegando muito além do nosso alcance individual.

Não importa se a analogia é com dominós, bolas de neve ou borboletas - o importante é o movimento e, conforme aumenta a energia, mesmo as menores ações podem acabar tendo efeitos significativos.

Uma voz pode inspirar um movimento, um único ato de bondade pode salvar uma vida. Não importa o quão minúsculo possa parecer no momento, o que você faz importa.

Neste mês, te convidamos a prestar atenção em seu efeito cascata pessoal; a examinar como seu impacto se expande para além do seu círculo próximo e encontra maneiras de levar a positividade adiante. Se você estiver com coragem, este mês pode ser o momento de explorar as profundezas do seu mundo. Ouse mergulhar para além da superfície e traga conexões mais profundas.

Nosso capítulo de Tel Aviv escolheu explorar “Ripple” neste mês e Masha Manapov ilustrou o tema.

Nosso evento desse mês acontece no dia 19 de Março, à partir das 8h30 da manhã - fique de olho em nossas comunicações por e-mail e nas redes sociais para mais informações e para garantir seu lugar quando abrirem as inscrições!

Conheça nossa Palestrante de Fevereiro - Carol Anchieta

Nosso evento desse mês já é nessa sexta-feira e, como sempre, viemos apresentar nossa palestrante que irá guiar nossa conversa desse mês - e nossa convidada para o tema “Divergente” é a Carol Anchieta!

Carol é jornalista, formada em 2011 pela Unisinos, e atuou como âncora e apresentadora em veículos como TV Unisinos, Canal Futura e no Projeto OCTO da RBS TV. Foi fanzineira e colunista de Hip Hop para publicações como Rap News, Rap Brasil, Noize e Void. Passou pelo Projac como editora de texto no Programa Encontro com Fátima Bernardes na Rede Globo e também foi repórter da editoria de cultura do Jornal do Almoço na RBS TV afiliada Rede Globo no Rio Grande do Sul e ainda com colaborações para o jornal impresso Zero Hora, com algumas capas no Segundo Caderno e colunas sobre cultura e comportamento.

É mestranda em Design Estratégico para Inovação Social pela Unisinos, com foco na moda sustentável e Afrofuturismo e somando a esses estudos é pesquisadora do Ecossistema da Moda Sustentável

Feminista antirracista, integra o Coletivo de estudos Atinúké- Pensamento de mulheres negras

Integra ainda o Colegiado de Artes Visuais do Rio Grande do Sul, foi recentemente jurada do Prêmio Braskem do Festival Poa em Cena, é uma das editoras da Revista “Corpo Futuro” referente ao mesmo festival e atuou nos últimos meses como Assessora de diversidade da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, antes da mudança para São Paulo. 

Batemos um papo com a Carol antes do evento e fizemos algumas perguntas para apresentá-la à nossa comunidade - confira abaixo a mini-entrevista!

Quem você é?

Eu sou filha da Rosa Maria e do José Anchieta. Jornalista apaixonada por arte e audiovisual e pela cultura da rua. Mulher que acredita nas heranças da ancestralidade que nos foi negada na escravidão e que logo mais será mestra em Design Estratégico com foco no Afrofuturismo e na moda sustentável, porque entende que a projetação de um futuro potente para negros e negras vem, entre outras coisas, do pertencimento nas artes, na moda e da oportunidade de exercício da criatividade. 

Do que você mais gosta em São Paulo?

A Vida cultural, mais livre, mais diversa. 

Imagine um futuro bem diferente do nosso presente - como você gostaria que ele fosse?

Eu não só quero, como eu acredito que o futuro é preto. Acredito que não tem futuro mais lindo para imaginar. Já imaginou um futuro onde se olha  para os lados dentro das universidades, empresas e escolas e quem está mandando e desmandando, contratando e demitindo, dando aula e dirigindo a escola é preto ou preta? Eu vejo. 


Nosso encontro desse mês acontece nessa sexta-feira, 26/02, à partir das 8h30 da manhã. Inscreva-se já e garanta seu lugar!

Conheça nossa Ilustradora Local para “Divergente”: Isabella Lopes

Todos os meses, temos ilustrações incríveis para nosso tema do mês, produzido por artistas residentes da cidade que o escolheu. E como arte nunca é demais, teremos sempre também artistas da nossa comunidade aqui em São Paulo, com uma arte original, representando o tema do mês em Português! Hora de conhecermos quem vai somar do nosso lado à arte global produzida pela Núria Tamarit:

Isabella Lopes faz parte da nossa comunidade no #CMSPO há mais de um ano, e é nossa ilustradora desse mês. A Isa é daqui de São Paulo, tem 23 anos e é apaixonada por ilustração e Design gráfico. Formada em Design e atualmente migrando para a área de Design Estratégico, ela é uma estrategista criativa, uma designer rebelde, uma pensadora artística e uma desafiante curiosa, sempre atrás das oportunidades onde o design e a estratégia caminham juntos pra desenvolver projetos que causem impacto no mundo e nas pessoas. E para apresentá-la melhor à nossa comunidade, separamos alguns de seus trabalhos e tivemos uma conversa com a Isa, que você confere à seguir!

Como foi o seu caminho para trabalhar com arte e se tornar ilustradora?

Sempre gostei de desenhar e estar conectada com as artes, trazer cor e forma pras coisas deixa a vida mais interessante, já dizia Ferreira Gullar que “A arte existe porque a vida só não basta”. Gosto de me considerar como “Criativa”, muito além de ser Designer, Ilustradora, Estrategista e etc, já que to sempre com um pé em cada vertente.

Quais são as suas maiores influências criativas?

Acho que minhas maiores influências e inspirações são David Carson (Designer), Felipe Pantone (Artista), Paula Scher (Designer) e o Mike Shinoda (Cantor e artista). Todos tem uma vibe diferente e meio rebelde que eu me identifico demais, eles transparecem de alguma forma a vontade de fazer as coisas diferentes, desafiar padrões e questionar escolhas.

Como enxerga a arte na cidade de São Paulo e como isso te impacta?

SP é a cidade brasileira das artes urbanas, em cada esquina tem uma interferência artistica diferente, você só tem que olhar onde menos espera. Meu amor por SP tá muito ligado a como a arte se manifesta na cidade.

O tema desse mês é “Divergente” - qual foi a sua inspiração e interpretação desse tema para ilustrá-lo?

Me inspirei em duas coisa particulares: grafitte (óbvio) e o double-diamond usado no Design thinking, nele tem fases de pensamento divergente que é quando exploramos as ideias dentro do processo de design. Foi a união perfeita. Sempre gostei de trabalhar mais com o abstrato, irreal/surreal, então o grafitte aplicado a um conceito de processo ficou super divertido de se trabalhar.

Para você, o que significa ser divergente ?

Divergente é aquele que se permite desenvolver e diferentes direções. Aquele que evolui e explora caminhos partindo de um ponto e fluindo por novos horizontes, espaços e ideias.

Pra fechar, conte uma curiosidade sobre você =)

Pode ser algo aleatório tipo ter uma coleção de poster no quarto? Ou talvez o meu lado artístico que fala mais alto e sai personalizando as coisas pela frente, sejam presentes, apredes, canetas e etc.

Conheça mais sobre a Isa em seu perfil no Instagram e explore outros trabalhos em seu portfólio no Behance ou no Dribbble. E para explorar o tema “Divergente” conosco, fique de olho para mais informações sobre nosso evento desse mês, que ocorre no dia 26 de fevereiro, às 8h30 da manhã. Te esperamos por lá!

O tema de Fevereiro é “Divergente”:

O tecnólogo, autor e designer John Maeda explica, “Pensamento divergente parte de uma ideia e a expande. Procura por novas maneiras de conectá-la com outras coisas diversas […] Sou a favor de uma síntese que conecte o convergente e o divergente.”

Na posição de quem cria, constrói e pensa, como podemos nos tornar melhores em resolver problemas complexos? Um ponto de partida promissor é estarmos nos mesmos espaços em que estão quem nós tradicionalmente julgamos diferentes.

Momentos de divergência podem criar futuros maravilhosos quando nos dispomos a deixar espaço para a mudança. Dê um passo atrás e reflita sobre quais ventos de mudança você gostaria de acolher em sua vida hoje.

Nosso capítulo de Valencia escolheu explorar Divergente nesse mês e Núria Tamarit ilustrou o tema, que é apresentado globalmente por Basecamp e HEY.


Nos encontramos para o evento desse mês no dia 26 de Fevereiro, à partir das 8h30 da manhã - fique de olho em nossas comunicações por e-mail e nas redes sociais para saber mais sobre o evento! As inscrições abrem às 11h da manhã do dia 22/02 - clique aqui para salvar um lembrete!

Conheça nossa Ilustradora local para “Promessa”: Mariana Gomes

A cada mês, o tema global do CreativeMornings é escolhido por uma das cidades do mundo em que o evento acontece, e artistas residentes dessas cidades ilustram o tema. Nesse ano, decidimos dar um toque paulistano a essa tradição, acrescentando uma ilustração feita por artistas da nossa cidade e com o tema em português, tornando-o mais acessível para nossa comunidade e divulgando o trabalho de quem produz arte aqui em São Paulo!

Nossa primeira selecionada já é figura conhecida em nossa comunidade, tendo participado de diversos eventos e até apresentado sua arte em nossos pitches de um minuto: Mariana Gomes tem 26 anos e é paulistana apaixonada pelo bairro da Liberdade; Estudou Administração pública, mas trabalha com pesquisa de mercado e ilustração; Não consegue viver sem cores berrantes nem pássaros. Batemos um papo com a Mariana e trouxemos alguns de seus trabalhos para compartilhar e apresentá-la melhor à nossa comunidade!

Como foi o seu caminho para trabalhar com arte e se tornar ilustradora?

Foi simplesmente suprimir o medo de me expressar. Em 2016, um grande ponto de virada foi meu intercâmbio em Victoria (CAN), onde fiz cursos de artes visuais e descobri que cada voz artística é única, inclusive a minha. Não me dedico 100% à arte, mas é bom ter um segundo trabalho.

Quais são as suas maiores influências criativas?

Todes es artistas que conheço em eventos me inspiram muito. Repito: toda voz artística é única, mesmo que ela não saiba. Sobre influências estéticas e mais famosas, posso citar o artista plástica Audra Auclair, a animadora Rebecca Sugar e as ilustradoras Tsugumi Okubo e Babiry.

Como enxerga a arte na cidade de São Paulo e como isso te impacta?

Sampa é uma cidade incrivelmente artística. Essa é uma sorte minha em poder morar aqui. Desde as jornadas de junho de 2013, houve uma repersonalização do espaço público e isso abriu o caminho para cada vez mais arte se entrelaçar com a paisagem da cidade.

O tema desse mês é “Promessa” - qual foi a sua inspiração e interpretação desse tema para ilustrá-lo?

Os três elementos que escolhi foram: aperto de mão, flor de amendoeira e andorinha. Um deles é um modo de selar uma promessa. O segundo, segundo simbologia das plantas, representa promessas. O último é um elemento obrigatório na minha arte (um pássaro), mas que também é migratório, que não importa o que aconteça, vem e volta no inverno e no verão.No século XX, marinheiros tatuavam uma andorinha antes de partir em uma viagem, e a segunda andorinha tatuavam ao retornar ao seu porto de origem. Uma forma de prometer que voltariam.


Começo de ano sempre é época de promessas e resoluções. O que você prometeu para si mesma esse ano?

Me valorizar mais. Faço muito pelas outras pessoas e me deixo de lado. Então, eu diria que esse ano quero aproveitar mais de mim, ir morar sozinhe e simplesmente me conhecer melhor.

Pra fechar, conte uma curiosidade sobre você =)

Eu tenho uma marca de nascença no quadril do lado esquerdo que minha mãe costumava falar que era uma picada da cegonha quando ela veio me entregar. Hehehe. Eu acho que essa pode ser uma boa curiosidade.

Para conhecer melhor a Mari e sua arte, não deixe de conferir os perfis no Instagram e no Twitter, além da loja online dela. E para explorar conosco o tema desse mês - #CMPromise - basta clicar aqui para se inscrever garantir seu lugar no nosso evento de Janeiro! Te esperamos por lá!

O tema de Janeiro é “Promise”:

Uma promessa é fazer algo “porque eu disse que faria”. Promessas podem ser de todo tipo, forma e profundidade: reuniões, atos de bondade, criação e abandono de hábitos, acordos e resoluções. Graças à imprevisibilidade da vida, nós as fazemos e quebramos o tempo todo.

Mas qual é o valor e impacto de ser uma pessoa de palavra?

Na cultura albanesa, a palavra “Besa” significa um código de honra e lealdade. Ela excede o significado de simplesmente manter uma promessa, tornando-se então mistificada em sua divindade como um juramento solene.

Promessas feitas e cumpridas são intercâmbios de poder.

Nós te convidamos a fazer e cumprir uma promessa a você e uma promessa aos outros neste ano. Quando aplicadas ao impacto positivo, mesmo as menores promessas cumpridas podem criar ondas de mudança significativas.

Nosso capítulo de Tirana escolheu explorar “Promessa” neste mês e a talentosa Jolin Matraku ilustrou o tema.Nos encontramos para o evento desse mês no dia 29 de Janeiro, à partir das 8h30 da manhã - fique de olho em nossas comunicações por e-mail e nas redes sociais para saber mais sobre o evento! As inscrições abrem às 11h da manhã do dia 25/01 - clique aqui para salvar um lembrete!

Nossa palestrante para o #CMBiophilia é a Thalita Campbell:

Bióloga e designer, trabalha conectando ciências naturais com processos de criação, desde 2011. Querendo aproximar a ciência do público geral, acredita que através do olhar curioso e atento para a natureza é possível estreitar essa comunicação. Há alguns anos vem colecionando tesouros naturais e ministrando cursos de Biomimética, Botânica e de Pesquisa Visual na Natureza com a intenção de ajudar humanos a se reaproximarem de nossa primeira e grande fonte de inspiração: a natureza.

Batemos um papo com a Thalita para que nossa comunidade possa conhecê-la melhor antes do evento - confira a mini-entrevista abaixo! 😉

Quem você é?

Sou bióloga e designer e isso já conta um pouco da forma como olho pro mundo. Gosto de descobrir como a natureza funciona em suas múltiplas escalas e acredito que o design pode ser uma ferramenta para despertar o olhar e a paixão pelos organismos vivos. 

Do que você mais gosta em São Paulo? 

Gosto da possibilidade que São Paulo oferece de construir territórios e vivências completamente diferentes. Andar pelas ruas arborizadas de alguns bairros, logo entrar numa passagem subterrânea e dar de cara com livros, revistas e exposição de arte, respirar ar puro no Ibirapuera, ver as linhas de skate sendo construídas junto com a arquitetura do centro da cidade e poder passar a tarde em um museu, fazem de São Paulo um lugar onde sempre quero voltar. A cidade está continuamente sendo construída pelos moradores e, na minha opinião, é onde primeiro se vê ideias inovadoras ganharem força no Brasil.

Como você se conecta com a Natureza no seu dia a dia?

Para mim é natural essa conexão, desde pequena a natureza me desperta curiosidade e atenção, o que acabou sendo reforçado durante minha formação como bióloga. De maneira mais direta, cuidar de uma planta e observar todo seu ciclo de mudanças (folhas nascendo e depois amarelando, por exemplo) e depois extrapolar isso na observação da mudança da paisagem de uma cidade ao longo do ano é uma das coisas mais potentes para mim. Gosto de reparar como o tempo da natureza sempre respeita um ritmo contínuo, um equilíbrio dinâmico, o que, como humanos, teimamos em não aprender e seguir. Olhar pra uma rua cobertas de flores caídas que depois de alguns meses se torna cheia de sementes, me ajuda a lembrar todo os dia que também sou cíclica, que também preciso  de ar e que também sou natureza.


Nosso último evento de 2020 acontece na sexta-feira, dia 11/12, às 8h30 da manhã - será imperdível! Nos vemos por lá? =)

O Tema de Dezembro é “Biophilia”:

Aprecie as coisas vivas.
Una-se com a Natureza.
Traga o ar livre para dentro.

Cunhado por Erich Fromm nos anos 60, o termo “biofilia” se refere a uma linda ideia: seja por um humano, um animal, uma planta ou pelo meio selvagem, seres humanos têm um instinto e desejo natural de querer se conectar com a natureza e outros sistemas vivos.

O zumbido crescente de bairros e cidades movimentados, trânsito pesado e leitura superficial em nossos aparelhos pode anestesiar nossos sentidos naturais. Ainda assim, mesmo nos ambientes mais urbanos, expressamos nossa biofilia ao colocar uma planta recém envasada em um canto ou ao permitir que a vegetação cresça organicamente em muros de concreto.

A cada dia, temos a oportunidade de nos desenvolvermos para guardar e proteger incansavelmente nossos ambientes vivos, e não apenas amá-los ou nos beneficiarmos deles. Em conjunto, existimos. Em sua palestra no CreativeMornings, Missy Singer DuMars acertadamente disse, “A natureza ao nosso redor é a natureza dentro de nós.”

Nosso capítulo de Düsseldorf escolheu explorar “Biophilia” neste mês, Lara Paulussen ilustrou o tema e Skillshare, nosso novo Apoiador Global, apresenta o tema globalmente!

Nosso evento desse mês será na sexta-feira, dia 11 de Dezembro, e as inscrições abrem às 11h da manhã do dia 7 (Clique aqui para adicionar um lembrete na sua agenda! 😉)

O Tema de Novembro é “Radical”:


Quando adotamos ideias radicais para mudanças positivas, devemos nos dispor a reconstruir o que vemos e agir de outra forma. Portas e realidades melhores só podem ser abertas quando começamos a coletivamente nos mover diferente.

“No espaço das ‘ideias’ é que podemos mudar radicalmente os sistemas,” explica a artista e organizadora cultural Favianna Rodriguez. “E isso é: como podemos reimaginar completamente nossa sociedade?”

Ser radical também pode ser tão simples quanto exercitar um novo nível de especialidade e generosidade. A ativista e empreendedora Tanya Torp compartilha, “É radical quando você deixa outras pessoas liderarem e você sai do caminho. Eu defino hospitalidade radical como ‘conexões transformadoras através de acolhimento.’”

Neste mês, te incentivamos a acalmar sua mente e pensar sobre umas poucas áreas em que você deseja agitar as coisas. Conjuntamente, vamos criar espaços radicalmente mais profundos, amáveis e acolhedores.

Nosso capítulo de San Diego escolheu explorar Radical nesse mês e Maheswari Janarthanan ilustrou o tema. Mailchimp apresenta o tema globalmente!

Fique de olho em nossos e-mails e redes sociais para conhecer quem fará a palestra desse mês e para garantir seu lugar! O evento desse mês ocorrerá no dia 13 de Novembro, à partir das 8h30.

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