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Vamos conhecer mais um artista da nossa comunidade. Para interpretar Lar convidamos o João Marcos. Designer, tem 25 anos e CEO do projeto A Front Lab . Carioca da gema, tem como inspiração todos os dias sua cidade calorenta e solar que o Rio é. 

“Crio para me expressar, para ajudar a contar histórias e narrativas diversas, gosto de ajudar pessoas a pensarem mais sobre autocuidado nas minhas criações. Poder colorir e melhorar o dia de alguém por meio do que faço é o que há de mais valioso pra mim.” 

Fizemos algumas perguntinhas para que nossa comunidade conhecesse um pouco mais dele. Confira abaixo: 

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Como tudo começou?

Desde sempre tive uma ligação com arte muito forte, fosse no teatro, escrita ou visuais. Pude explorar diversas dessas áreas em momentos diferentes da minha vida e foi quando entrei na faculdade de design que comecei a me aperfeiçoar na ilustração, tendo alguns portfólios antigos como o @minimar.te, e outras ilustrações no pessoal também - mais próximas do que faço agora ou fiz recentemente. Atualmente, minha dedicação não tem sido à ilustração 100%, mas sigo criando narrativas por meio do design e criação de conteúdo na @afrontlab.

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Quais são as suas maiores influências criativas?

Leandro Assis, Herbert Loureiro, Paula Cruz e perfis de criação de conteúdo, como a Obvious e a Contente.vc

O tema desse mês é “Lar” - qual foi a sua inspiração e interpretação desse tema para ilustrá-lo?

Para ilustrar o tema “Lar” eu me questionei sobre o cheiro que me remete a sensação de estar em casa e de primeira pensei no café, antes o da minha vó e em seguida o que eu mesmo faço todas as manhãs. Casa pra mim tem que ter plantas também, então elas não poderiam deixar de estar na ilustração, trazendo vida, assim como fazem com a nossa moradia. Por fim, mas não menos importante, recentemente visitei uma casal de amigas que tinham escrituras espalhadas pelas paredes da casa delas e achei muito interessante a ideia das palavras falando, passando mensagens e imagina que lindo se essas nossas paredes nos lembrassem todos os dias os motivos para sorrir?!

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Pra fechar, conte uma curiosidade sobre você =)

Por mais que eu tenha um perfil de criação de conteúdo na internet, morro de vergonha de estar na frente das câmeras .

Para ver mais trabalhos do João, clica aqui. 

O tema de Julho é Lar:

Você pode passar uma vida inteira procurando por um senso de lar. Algumas vezes, é preciso sair de sua casa para encontrá-lo. Em seu poema “Jornada para Casa”, Rabindranath Tagore escreve: “O viajante tem de bater em muitas portas alheias para chegar à sua própria.” 

Lar pode ser um lugar ao qual pertencemos, é possível encontrar o lar junto com as pessoas que amamos, lar pode estar com você aonde quer que vá. Lar pode ser formado por pessoas criando juntas. 

Lar é a direção para a qual nos inclinamos. Lar é algo que temos que reconstruir de novo e de novo. Qual lar você construiu para si? O que podemos fazer para construir um lar uns aos outros?

O capítulo de Kansas City escolheu “Lar” como tema do mês de Julho e Allison Kerek Williams criou a ilustração que o acompanha.

Nosso evento desse mês ocorre no dia 23 de Julho, à partir das 8h30 da manhã - fique de olho em nossas comunicações por e-mail e em nossas redes sociais para saber em primeira mão quem estará conosco para esse evento e sobre a abertura das inscrições!

O tema de Junho é Matriarcado:

Imagine uma sociedade na qual mulheres tomam todas as decisões chave que moldam segurança, saúde, educação, oportunidades e cultura da comunidade. Como sua cidade se pareceria se os sistemas e estruturas fossem reformulados e mulheres ocupassem a maioria das posições de poder e liderança? O que mudaria? Como nos faria sentir? Ou, talvez, você já viva em um ambiente como esse; sociedades lideradas por mulheres poderosas existem atualmente, incluindo comunidades nativas e indígenas por todo o mundo.

Nesse mês, daremos destaque a todas as líderes que são mulheres, compreendendo o vasto espectro de identidades e experiências da feminilidade. As tomadoras de decisões, as provedoras da vida, as cuidadoras, as trabalhadoras de linha de frente, as solucionadoras de problemas, as transformadoras do mundo. As organizadoras e ativistas, as artistas, escritoras e inovadoras. As professoras, cientistas, médicas, políticas, empreendedoras. Aquelas com os megafones e aquelas trabalhando nos bastidores. Sem vocês, onde nosso mundo estaria?

CreativeMornings/Rotterdam escolheu Matriarcado como tema de Junho e Xaviera Altena criou a ilustração que o acompanha. 

Para um evento mais do que especial neste mês, preparamos um encontro em conjunto com a comunidade criativa do CreativeMornings Ribeirão Preto - além de uma série de outras surpresas! 😉 Esse encontro imperdível ocorre na sexta-feira, dia 25 de Junho, à partir das 8h30 da manhã, e as inscrições abrem na segunda-feira anterior, dia 21, às 11h - Clique aqui para salvar na agenda um lembrete para garantir seu lugar!

Conheça o ilustrador para Resiliente - Luiz Felipe Champloni  

Todos os meses, temos ilustrações incríveis para nossos temas, sempre produzido por artistas residentes da cidade que o escolheu. Como arte nunca é demais, todos os meses temos convidado um artista local para reproduzir a versão traduzida em português em cima dos temas. Para este mês de Maio, convidamos o ilustrador Luiz Felipe Champloni a interpretar  “Resiliente”. Vamos conhecer um pouco mais sobre ele!

Desde criança, Luiz Felipe é aficionado por desenhar e criar histórias. Após se formar em Arquitetura e Urbanismo em Brasília, decidiu seguir carreira na arte e se mudou para São Paulo, onde tem se profissionalizado e trabalhado na área de design gráfico, ilustração e quadrinhos. Destacam-se seus trabalhos de facilitação gráfica em parceria com a Mirá - Design de Ideias para clientes como Banco do Brasil, ExpoVendaMais e Instituto Península. Atualmente está desenvolvendo uma webcomic autoral abordando o universo do Egito Antigo. 

Como foi o seu caminho para trabalhar com arte e se tornar ilustrador?  

Desde que me entendo por gente sou apaixonado por desenhar, e até pouco tempo atrás era totalmente autodidata. Em 2018 me mudei para São Paulo para um trabalho que pouco tinha a ver com a área e vi uma oportunidade única de me profissionalizar pela estrutura e pelas pessoas disponíveis na cidade. Comecei a caçar cursos no catálogo do SESC de desenho, vetorização, composição, texturas ao mesmo tempo em que aprendia os fundamentos na Quanta - Academia de Artes. Fui sendo notado e oportunidades de trabalho foram surgindo com mais consistência. Hoje em dia aproveito o isolamento social para fazer cursos online de desenho e design (e já estou caçando mais! hahaha) para chegar num nível bom como artista e profissional o quanto antes.

Quais são as suas maiores influências criativas?

Tenho duas paixões muito fortes: histórias em quadrinho e História de civilizações antigas. Atualmente minha arte sofre muita influência tanto dos comics americanos como da arte egípcia e meus planos para um futuro próximo envolvem lançar uma webcomic juntando os dois temas. Nos quadrinhos, sou aficionado pelo trabalho do Jack Kirby e do Grant Morrison.

Como enxerga a arte na cidade de São Paulo e como isso te impacta?

Até hoje não me situei muito bem em relação ao cenário da cidade pra falar a verdade, mas posso dizer sem dúvidas que os grafites que conheci em minhas viagens de ônibus nunca deixam de me maravilhar. O trabalho do Eduardo Kobra me deixa totalmente doido todas as vezes, é incrível. Os murais de grafite da Estação Palmeiras/Barra Funda, nas empenas cegas dos prédios do centro, acho sensacionais.

O tema desse mês é “Resiliente” - qual foi a sua inspiração e interpretação desse tema para ilustrá-lo?

Ao meu ver, a resiliência é a capacidade da pessoa se manter firme apesar das adversidades, se manter em seu propósito sem esmorecer. Enquanto pensava em formas de traduzir isso visualmente, acabei vendo no Instagram os stories de um amigo que descobriu após os 30 anos e ser pai duas vezes que era apaixonado por ciclismo. Pensei em como ele treinava constantemente, faça chuva ou faça sol, nas histórias de longas viagens, pneus furando, competições, nas gambiarras para poder treinar isolado em casa e pensei: caramba! É ele! - e então fiz essa arte inspirada na trajetória recente e vitoriosa dele no esporte.

Pra fechar, conte uma curiosidade sobre você =)

Eita! Não estava preparado pra essa. Bom, gosto muito de música também e já fiz curso de canto e teatro musical. Se me pedirem pra cantar, dançar e sapatear hoje em dia será um desastre, mas juro que eu sabia alguma coisa! hahaha

Conheça nossas palestrantes de Maio - com Lola

Nosso evento desse mês vem chegando e já é hora de conhecer quem vai nos guiar por essa conversa sobre Resiliência! E para o evento de Maio teremos um evento super especial, com duas palestrantes fundadoras de um projeto incrível:

Tânia Piloto é colorida, curiosa e descabelada. Cheia de palavras, tem sempre uma história para contar. Designer e arteterapeuta, tem um monte de desenhos espalhados pelo corpo e coleciona livros infantis como forma de inspiração. Cria ideias, cria sonhos, cria histórias e cria soluções;

Emika Takaki desenha com a mão esquerda, com a mão direita e de olhos fechados. Não fala muito, desenha. É arquiteta, mestra em engenharia de produção, doutora em urbanismo, ilustradora, não dispensa uma câmera analógica e um bom café.

Juntas, elas criaram a com Lolauma loja que existe para transformar vidas através do afeto. Com 15 personagens, fala de sentimentos e emoções que vão do afeto ao entendimento do tempo, passando pela coragem, criatividade, resiliência, autoestima e possibilidades. 

Com Lola é um negócio de impacto social, doando uma Lola para cada produto vendido -  além das mensagens dos personagens que transformam as vidas de quem consome o produto, levam afetos e possibilidades de ressignificar para quem recebe a Lola de doação.

A loja foi fundada em 2009 e já doou mais de 10.000 Lolas em 100 ações por todo o Brasil; Durante o último ano, vem se reinventando e direcionando o foco de seu impacto social como um abraço para quem está trabalhando na linha de frente do combate ao coronavírus.

Você pode conhecer mais sobre a com Lola no site da Loja, em seu perfil no Instagram ou, melhor ainda, estando com a gente para esse papo na próxima sexta-feira, 21 de maio, à partir das 8h30 da manhã! Inscreva-se já e garanta seu lugar =)

O tema de Maio é “Resiliente”

Ser resiliente é ser adaptável. Uma forma de ser que é flexível e viva, saltando pelo que constitui a sobrevivência: aprendendo, evoluindo e entrelaçando nossas raízes para compartilhar recursos e criar uma âncora forte de cuidado coletivo. Como árvores em uma tempestade, significa balançar ao invés de quebrar.

Perseverar frente às tristezas e dificuldades não é fácil, para dizer o mínimo. “Eu penso na resiliência como a força e velocidade da nossa resposta à adversidade,” diz Adam Grant, psicólogo e coautor de ”Plano B”, um livro sobre resiliência. Lamentar, se curar, se curvar mas não quebrar? Exige tempo e dedicação para construir esses músculos da resiliência. “É um conjunto de habilidades no qual trabalhamos por toda a vida”

Seja pela sua vida, comunidade ou planeta, pense sobre isto: O que você pode fazer hoje para ajudar a construir força e tranquilidade para o futuro?

CreativeMornings/Dallas escolheu o tema “Resiliente” para Maio e Niki Dionne produziu a ilustração que o acompanha.

Nos encontramos para o evento desse mês no dia 21 de Maio, à partir das 8h30 da manhã - fique de olho em nossas comunicações por e-mail e nas redes sociais para saber mais sobre o evento! As inscrições abrem às 11h da manhã do dia 17/05 - clique aqui para salvar um lembrete!

Conheça nosso palestrante de Abril - Marco Gonçalves

Nessa sexta-feira, o capítulo de São Paulo de CreativeMornings completa 5 anos e vamos comemorar com grande estilo em nosso evento desse mês! E como toda festa que se preze, além de surpresas e presentes, teremos também um convidado super especial para liderar nossa conversa sobre o tema do mês, Procrastinação:

Marco Gonçalves é ator improvisador desde 2002. No teatro integrou por 10 anos o “Jogando no Quintal” e, com a mesma companhia, desenvolveu “Caleidoscópio - Improvisação Teatral (Harold)”. Integra o elenco como convidado do “Improvável” da Cia Barbixas, co dirige o espetáculo “Noite de Improviso” no Comedians Club em São Paulo. Atua também como elenco convidado em “Portátil” do Porta dos Fundos e em Portugal é elenco dos Commedia a La Carte. Na televisão integrou o humorístico “É Tudo Improviso” na Band, faz o “D’Improviso” na SIC Portugal e é redator e elenco do Talk Show Lady Night de Tatá Werneck no Multishow/Globo. Desde 2008 dá cursos regulares de improvisação e foi participante do “10 days With Keith Johnstone” em Calgary no Canadá.

Como sempre, conversamos um pouco mais com o Marco para podermos apresentá-lo melhor a nossa comunidade antes do evento! Confira nossa minientrevista abaixo ;)

Quem você é?

Sou um rapaz de 39 anos que vive do que inventa e também de ensinar aos outros a fazer o mesmo. Faço parte da equipe de criação do Lady Night, sou músico e compositor, improvisador teatral e professor de improvisação teatral.

Do que você mais gosta em São Paulo?

O que mais gosto em SP é que a cidade é aberta ao novo e aos novos. Pra além de todos os lugares comuns sobre a oferta de emprego, cultura e gastronomia, SP se aproxima muito da mente da gente… um lugar confuso, repleto de caminhos diferentes entre si e lindo por isso.

Para você, como a procrastinação e a criatividade se conectam?

A procrastinação e a criatividade se encontram de uma forma objetiva e ao mesmo tempo complexa. Quando a conta não fecha entre o que temos de fazer e o que estamos fazendo existe uma informação aí. Se este é um movimento constante mais ainda… independente dos motivos, temos a tal quebra de uma atitude objetiva e adentramos no subjetivo, terreno absoluto do novo. 


Conheça mais sobre o Marco em seu perfil no Instagram =) Ou melhor ainda, pode conhecê-lo  estando com a gente no evento desse mês! Nosso encontro é nessa sexta, 30 de Abril, à partir das 8h30 da manhã. Para garantir seu lugar é só se inscrever em nosso site!

O Tema de Abril é Procrastinação

As coisas que nós estamos sempre empurrando para a lista de afazeres de amanhã podem se tornar uma carga mental. Mesmo sabendo da onda de alívio que vai nos percorrer quando aquilo que estamos evitando esteja completo, ainda assim nós postergamos, só um pouco mais.

 A procrastinação pode ser uma certa forma de arte: a arte da ação adiada. É uma técnica com má reputação, muitas vezes tingida de vergonha. Mas também pode ser uma maneira de reivindicar o que você deseja para o seu tempo. Ela também abriga possibilidades criativas.

 Neste jogo da espera até o momento que é quase tarde demais - mas ainda não -, se esconde uma mola propulsora de energia potencial, pronta para entrar em ação de imediato. Aproximar-se dos prazos pode ser uma restrição criativa frutífera, um exercício de confiança no desconhecido. Quando uma janela de oportunidade se encolhe, a improvisação e a espontaneidade podem se desenrolar como uma flor em um vídeo time-lapse, desabrochando em alta velocidade, um canhão de confete de pétalas irrompendo em todas as cores.

CreativeMornings/Turin escolheu explorar Procrastinação em Abril. Elisa Talentino produziu a ilustração e Basecamp/HEY é o parceiro global do tema deste mês. Nosso encontro desse mês acontece na última sexta-feira do Mês, dia 30/04, à partir das 8h30 da manhã, e nosso palestrante para o tema será o Marco Gonçalves! Inscreva-se para participar clicando aqui =)

Conheça a ilustradora local para “Procrastinação”: Giuliana Vieira

Vamos conhecer um pouco mais sobre a ilustradora convidada para interpretar o tema traduzido em português do mês de abril. 

Giuliana Vieira, tem 15 anos e mora em Porto Alegre. Ela trabalha com ilustração digital, ilustração tradicional e animação. Ama ler mangás, assistir animes, escrever histórias, criar personagens e, obviamente, desenhar. “E tudo isso fica perfeito com uma boa xícara de café”, diz ela.

Como foi o seu caminho para trabalhar com arte e se tornar ilustradora?

Eu desenho desde pequenininha. Eu riscava nas paredes e tinha pilhas e mais pilhas de cadernos pra rabiscos. Na escola, eu era aquela pessoa que, quando o professor de artes falava: “trabalho em dupla”, era perseguida por todo mundo. Até aí, eu queria ser pintora, porque era a única profissão que eu conhecia que era da área de artes. Eu estudei desenho por um tempo, e também fiz uns cursos de desenho com técnica mangá e aquarela. Claro, com o tempo - e com a internet - eu descobri que se pode trabalhar com desenho sem precisar só de pincel, tinta e telas caras. Bom, a parte da tela cara continua, mas agora é uma tela tecnológica. E foi no desenho digital que eu me encontrei melhor, e trabalho majoritariamente com isso desde então.

Quais são as suas maiores influências criativas?

Acho que a maior de todas é meu primo Matheus. Eu lembro de achar os desenhos dele lindos quando era pequenininha, e minha maior meta era desenhar tão bem quanto ele. Também tem minha professora de desenho, Gisella. Como ela ilustra livros, especialmente os infantis, que eram os que eu lia, eu achava o máximo.

De artistas mais clássicos, gosto muito da Tarsila do Amaral, Frida Kahlo, Leonardo da Vinci… 

Claro, os artistas de mangá e anime foram muito importantes pra mim, como Ozamu Tezuka, Kohei Horikoshi, Hayao Miyazaki, Masashi Kishimoto…Também posso citar vários artistas que só pude conhecer na internet, como Ikimaru, Abd Illustrates, Viria, Sonreiv, Alec… (são tantos que eu poderia ficar aqui por dias!)

Como enxerga a arte na cidade de São Paulo e como isso te impacta?

Pra alguém que mora em Porto Alegre, São Paulo é um polo de cultura. Tudo de muito interessante acontece lá. E pra arte não seria diferente. Quando visitei a cidade – eu era bem novinha – o que mais me marcou foi o MASP. Foi um dos maiores museus que já tinha visitado, e eu amei tudinho. Todos os quadros eram tão lindos… Com certeza, foi uma experiência que me marcou muito.

O tema desse mês é “Procrastinação” - qual foi a sua inspiração e interpretação desse tema para ilustrá-lo?

Minha maior inspiração pra esse desenho foi minha própria experiência com a procrastinação, que é como uma esteira que vai te aproximando do prazo final, e você vai se aproximando e se aproximando, só pra fazer tudo e terminar bem em cima da hora, quando você quase já não tem mais tempo, e está sendo “engolido pelo monstro da entrega”.

Já teve alguma vez que deixou algo para última hora e teve que improvisar? Como foi?

Ah, com certeza. Acho que todo mundo já deixou um trabalho pra fazer na última hora pelo menos uma vez na vida. Acho que a situação mais icônica que eu passei foi no Ensino Fundamental. Tinha esse trabalho de ciências, que eu adiei até o último segundo, e literalmente fiz durante o período que vinha antes, enquanto a professora passava matéria no quadro, só pra chegar na hora e descobrir que ninguém tinha feito, e que o prazo seria adiado pra próxima semana.

Pra fechar, conte uma curiosidade sobre você =)

Eu lia as últimas páginas dos livros que estava lendo no momento, porque não aguentava o suspense. (na maioria das vezes não adiantava de nada, porque não tinha nenhuma revelação interessante ou determinante na última página)

Aprecie outros trabalhos da Giu em seu Instagram e/ou em seu Portfolio. Nosso encontro deste mês será no dia  30 de Abril a partir das 8h30 da manhã - fique de olho em nossas comunicações por e-mail e nas redes sociais para saber mais sobre o evento! As inscrições abrem às 11h da manhã do dia 26/04 - clique aqui para salvar um lembrete!  

Conheça nossa palestrante de Março - Melody Erlea

Nosso evento de março vem chegando nessa sexta-feira, trazendo muita inspiração e ideias pra propagar! Mas antes disso, vamos conhecer quem irá conduzir essa onda - nossa convidada para o tema “Propagação” é a melody erlea!

melody é professora, consultora de estilo e criadora de conteúdo na internet. além de escrever sobre moda, história e cultura pop, pesquisa moda e suas relações com semiótica e antropologia. em seu blog, repete roupa!, compartilha ideias pra sair da caixinha em nossa relação com o vestir e o consumir moda.

Conversamos com a melody antes do evento e fizemos algumas perguntas para apresentá-la à nossa comunidade =) Confira abaixo a minientrevista!

Quem você é?

Eu sou a mel (: sou professora bilíngue de ensino fundamental e médio, e doida por cultura pop! amo escrever e encontrei no meu blog, repete roupa, um espaço livre e independente pra falar de moda, música, história e sociedade do meu jeito. Acredito num vestir autêntico e impactante e em dançar hits obscuros dos anos 80 na sala de casa.

Do que você mais gosta em São Paulo?

Gosto de poder ser anônima pelas ruas dessa cidade, gosto das possibilidades que as esquinas escondem, gosto do tamanhão gigante que contém tantas outras são paulos (bem distantes dos clichês de São João com Avenida Ipiranga e dos hypes de beco do batman), gosto da diversidade de maneiras de viver que essa cidade abriga, e em como essas maneiras de viver se expressam de maneiras artísticas diversas, às vezes invisíveis. Também gosto especialmente daquele céu azul de outono, São Paulo é especialmente bela no outono.

O que você considera importante propagar para gerar impactos positivos no mundo?

Num nível mais pessoal, acho que o melhor jeito de gerar impactos positivos no mundo é não cagar regra: que cada um tenha a liberdade de fazer suas escolhas sem ser julgado por parâmetros exteriores a si mesmo. Num nível comunitário e social, entender que nossa realidade muitas vezes não abarca a história e as vivências do outro e que não há auto-ajuda que resolva a complexidade da nossa dinâmica social são os primeiros passos para começar a gerar impactos positivos. Conheça mais sobre a melody em seu perfil no Instagram =) Ou conheça mais diretamente estando com a gente no evento desse mês! Nosso encontro é nessa sexta, 19 de Março, à partir das 8h30 da manhã. Para garantir seu lugar é só se inscrever em nosso site!
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