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CONVIDADA: ANGELA AZEVEDO

Temos encontro marcado amanhã às 8h30 e connosco vamos ter a Angela Azevedo, a mente por detrás do projeto “Tiny Tales”. O tema que nos uniu, e irá unir amanhã, é “Procrastinação”, um tema que desperta sentimentos ambíguos. Uns acreditam que esta desempenha um papel importante na criatividade, sendo uma causa/efeito. Outros por seu lado, acham que é algo negativo e um modo de alguém se preservar quando sabe que aquela batalha/trabalho está à partida perdida/o.

Vamos abordar este tema através da fotografia e o que aprendemos e recordamos com cada uma delas. Não uma fotografia qualquer, mas a fotografia documental, base da “Tiny Tales”. O que é a “Tiny Tales”? É um projeto de fotografia documental de família que procura através das imagens que cria contar a história daquela família, de forma real, autêntica e genuína. É o dia a dia de forma original e sem filtros.  

Para fazer este trabalho, a Angela acompanha durante um dia inteiro a família a retratar. Só assim consegue captar  os gestos, as personalidades, as linguagens, os olhares e até as birras. Cada um destes momentos conta uma história, fala da essência da família de forma espontânea. Não há poses, sorrisos forçados ou ambientes ensaiados. Por outras palavras, podemos dizer que é o fotojornalismo aplicado à fotografia de família.

Conheçam o projeto da Angela através do seu website, Facebook ou Instagram. Como é que tudo isto se irá conjugar amanhã? Terás que te juntar a nós para descobrir.

Até amanhã!


Fotografia cedida por: Angela Azevedo

TEMA DO MÊS: PROCRASTINAÇÃO

As coisas que perpetuamente empurramos para a lista de afazeres do dia seguinte podem tornar-se num peso mental. Mesmo conhecendo de antemão o alívio que vamos sentir quando finalmente nos livrarmos dessa tarefa incompleta, ainda assim, adiamos, apenas mais um bocado.  

A procrastinação pode ser vista como uma arte: a arte da ação adiada. É uma técnica que tem má reputação, muitas vezes tingida de vergonha. Mas também pode ser uma forma de reivindicares a forma como queres gerir o teu tempo. Abrange também possibilidades criativas.  

No jogo de esperar-esperar-esperar até ser quase tarde demais, mas não demasiado tarde, esconde-se um impulso de energia suplementar, pronto para entrar em ação a qualquer momento.  Desenhar uma linha temporal pode ser uma restrição criativa frutífera, um exercício de confiança no desconhecido. Quando uma janela de oportunidade diminui, a improvisação e a espontaneidade podem surgir como uma flor a florescer a grande velocidade num vídeo de timelapse, um canhão de confettis pétalas a explodir em mil e uma cores.

O tema de abril foi escolhido pelo capítulo CreativeMornings Turin, com ilustração da Elisa Talentino. Basecamp/Hey apresenta globalmente este tema.  

CONVIDADA: ANA MILHAZES

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O próximo encontro é já esta sexta-feira e do outro lado do vosso ecrã para além da equipa de voluntários da CreativeMornings Porto, estará a Ana Milhazes.  O tema é ONDULAÇÃO e vamos refletir sobre o impacto dos nossos gestos em nós, na comunidade que nos rodeia e no planeta.

Quando falamos de ambiente e pequenos gestos o nome da Ana Milhazes é referência obrigatória. Fundadora do movimento Lixo Zero Portugal, Ana é socióloga, ativista, instrutura de Yoga e autora do livro “Vida Lixo Zero”. A transformação na vida da Ana começou em 2016 quando decidiu mudar de atitude e caminhar em direção ao desperdício zero.  Um caminho também em direção ao minimalismo e ao slow living.

Já olhaste para toda a “tralha” que tens e não usas há anos? Qual a percentagem de roupa no teu armário que efetivamente usas? Ter mais e mais é o que realmente te faz feliz? Foram perguntas semelhantes a estas que a Ana fez a si própria e cujas as respostas a levaram a uma vida mais simples e à criação do blogue “Ana, Go Slowly”. As principais mudanças foram ganhar tempo e qualidade vida, assim como contribuir para um planeta mais sustentável.  

Ana defende que todos podemos contribuir para um planeta mais sustentável e que não precisamos de grandes gestos. Se os quisermos fazer sim podemos começar em grande, mas também é possível começar por pequenos gestos. E é esta a filosofia do nosso tema do mês. Medir o impacto dos nossos gestos, por mais pequenos que sejam, conhecer as reações que os mesmos causam em tudo o que nos rodeia, e no final refletir sobre como isso nos afeta a nós, aos outros e ao ambiente. Afinal, “uma única voz pode inspirar um movimento, um simples ato de bondade pode salvar uma vida”.  

Esta sexta-feira junta-te a nós para mais um capítulo da CreativeMornings Porto. Estamos à tua espera.

Fotografias cedidas por Ana Milhazes.

EM FEVEREIRO O PEQUENO-ALMOÇO FOI DIVERGENTE

Fevereiro foi o mês onde vos convidamos a divergir e a conhecer pessoas e projetos que seguiram caminhos menos convencionais. Tivemos um evento a duas vozes. Duas convidadas que escolheram caminhos divergentes não só pela área de atuação, mas também porque entraram em mundos onde a presença masculina é dominadora e as mulheres são vistas como outsiders.

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Como sempre tudo começou às 8h30. O zoom continua a ser a plataforma de encontro, mas o café não falta, assim como a boa disposição e a partilha de conhecimentos e ideias. Apesar de não nos encontrarmos fisicamente, tudo o que fazemos e levamos até ti não é possível sem os nossos parceiros locais – Senzu Coffee Roasters, abcoffee e Gira Terra Oficina de Artes -, e claro os parceiros globais – Basecamp/Hey, Mailchimp e Skillshare. Parceiros que nos ajudam a fazer giveaways. Obrigada Senzu pelo café que vai diretamente para a Sara Natária, vencedora do sorteio.

Como começou o vosso percurso divergente?

A partilha de ideias começou com esta pergunta e a primeira a ter a palavra foi a Laís Reis. Com origens no Brasil, mas há mais de 10 anos em terras portuguesas, apaixonou-se pelo skate na adolescência. Com o tempo desenvolveu não só a técnica, mas também o gosto, e de um desporto o skate tornou-se um estilo de vida. Um estilo de vida divergente porque o skate como profissão era uma escolha pouco convencional. E porque este era, e ainda é, um mundo dominado por homens.  

Um percurso semelhante ao da Rafi die Erste que também desenvolveu a paixão pelo desenho na adolescência. Desenhar era o seu refúgio para o caos que estava à sua volta. Em 2002 através de um grupo de amigos conheceu a arte do graffiti e impulsionada pelo mestrado, fez do graffiti a sua profissão. Abriu a Dedicated Store e começou a ter um papel ativo no panorama cultural da cidade do Porto. O equilíbrio entre a loja e o graffiti é feito de forma ponderada e os dois coexistem na perfeição na vida de Rafi.

Como se identificam com a palavra divergente?

Ser divergente é segui um caminho que se afasta do convencional. É ter uma opinião diferente que pode ser expressada num estilo de vida diferente. É nestes termos que as duas convidadas se identificam com a palavra divergente. Expressam o seu talento em artes pouco convencionais e lutam para que esta divergência que vivem hoje convirja num mundo de maior igualdade.  

Quando Laís chegou a Portugal reparou que a distinção entre homens e mulheres no skate era muito vincada. A ideia de que tal não estava correto levou-a a criar o projeto Her Wheels, um coletivo feminino que tem como objetivo chamar mais mulheres para a pratica de skate, procurando que elas se inspirem e encorajem mutuamente. Uma ideia semelhante levou a Rafi a fazer parte de uma crew feminina internacional que grafita um pouco por todo o mundo.  

O que vos inspira e como inspiram os outros?

No caso da Laís a grande inspiração foi um vídeo feminino sobre skate. Esse vídeo marcou avida dela e hoje tenta replicar o impacto que esse vídeo teve nela na vida dos outros. O skate tem o poder de influenciar e levar as pessoas a expressar a sua opinião através dos movimentos. Com a Rafi a inspiração são as viagens, os livros, as pessoas e a natureza. Procura inspirar os outros com a sua arte. Porque na opinião da mesma, no final não importa a arte que fazemos, mas sim descobrir o que nos faz bater o coração e dedicarmo-nos de corpo e alma a isso.

Voltamos a estar todos juntos dia 26 de março com a Ana Milhazes e o tema “Ondulação.” Reserva o teu lugar e acompanha-nos em mais uma viagem que promete ser muito inspiradora. Até, segue a Laís Reis e a Rafi die Erste nas redes sociais. São mulheres divergentes e inspiradoras, com um percurso de vida que fala por si só.

TEMA DO MÊS: ONDULAÇÃO

Tudo o que fazes tem o poder de criar a sua própria reação em cadeia. Como um objeto a romper a superfície da água, as nossas ações podem causar ondas de impacto que se expandem muito além do nosso alcance individual. 

Quer expressemos este efeito através de dominós, bolas de neve ou borboletas - é sobre um impulso que falamos, e conforme o impulso se intensifica, mesmo as menores ações podem acabar por ter um impacto profundo. 

Uma única voz pode inspirar um movimento, um simples ato de bondade pode salvar uma vida. Não importa o quão minúsculo pode parecer no momento, o que fazes importa.

Este mês convidamos-te a prestar atenção à tua “reação em cadeia” (ondulação/ripple). A examinares como o teu impacto se expande para lá do teu círculo individual e encontrares formas de retribuíres positivamente. Se te sentes com coragem, este mês pode ser uma boa altura para explorares as profundezas do teu mundo. Atreve-te a mergulhar abaixo da superfície e a abrir a mente a conexões mais profundas.

O capítulo das CreativeMornings Tel Aviv escolheu para o mês de março explorar o tema ONDULAÇÃO e a  Masha Manapov ilustrou-o. 

CONVIDADA: LAÍS REIS

Quando num evento não tens uma, mas duas convidadas sabes que à tua espera tens um momento de partilha e criatividade duplo. O próximo evento da CreativeMornings Porto será assim. O primeiro nome já o apresentámos, o segundo apresentamos hoje.

Ser divergente é, muitas das vezes, seguir por caminhos poucos convencionais, fazer escolhas que parecem menos óbvias e em alguns casos significam quebrar barreiras e estereótipos. A escolha da Laís Reis integra este lote. Escolheu como profissão ser skater.

O skate é para a nossa convidada uma forma de expressão, uma forma de estar. Através desta arte, que pratica há mais de 18 anos, procura promover a inclusão e a abertura de um desporto marcadamente masculino a mais mulheres.

Com este intuito criou o projeto Herwheels em parceria com 8 outras skaters. Neste projeto, organiza eventos onde promove a discussão sobre o skate feminino e a importância da união das mulheres. No primeiro evento juntou 25 skaters, no segundo eram já 40. A pandemia impôs uma pausa nos eventos, mas a luta continua.  

Para além do projeto Herwheels, Laís Reis já participou em diversos campeonatos, projetos de responsabilidade social que promovem estilos de vida saudável e integrou também o desfile que juntou João Magalhães à Vans na Moda Lisboa.  

Podem as mulheres competir em pé de igual num desporto tradicionalmente masculino? Sim podem, e o exemplo disso é a nossa convidada.  

Fotografias: Laís Reis

CONVIDADA: RAFI DIE ERSTE

É um dos nomes em ascensão no panorama da arte urbana em Portugal. Recentemente ganhou o seu primeiro mural na cidade do Porto e o resultado é uma história de luz e poesia contada em traços precisos e bucólicos.

The Butterfly’s Burden, nome da pintura, é inspirada no livro com o mesmo título do poeta palestino Mahmoud Darwish. “Em exposição” no cruzamento entre a Rua do Vilar e a Rua D. Pedro V, a obra procura, nas palavras da autora “criar uma ponte entre o observador e um «um raio de luz» que é revelado quando paramos”.

Rafi die Erste é o nome artístico de Teresa Rafael, e a sua presença nas CreativeMornings Porto não é novidade. Esteve à conversa connosco em 2013. Com formação em Ballet Clássico e Arquitetura, já na altura tinha o graffiti como parte do seu dia-a-dia, algo que aconteceu através da sua tese de mestrado onde estudou a alienação na cidade contemporânea através do Graffiti. A paixão por esta forma de expressão artística divergente cresceu e nunca mais a abandonou, tornando-se a sua profissão, ou uma das muitas artes à qual dedica o seu tempo.

Para dar asas ao seu talento, em 2011 abriu a Dedicated Store Porto, na Rua de Cedofeita. Esta foi a primeira loja da cidade inteiramente dedicada à Arte Urbana. Agora encontra-se fechada, mas quando reabrir, vale a pena passarem por lá.

Em paralelo com este projeto, preenche os dias com pintura, ilustração e escrita de romances gráficos. No próximo dia 26 de fevereiro estará connosco na CreativeMornings para uma conversa sob o tema “Divergente”, onde irá falar sobre a escolha de seguir por um caminho pouco convencional e dar cartas num universo convencionalmente masculino.

Inscrevam-se!


Fotografias: Rafi die Erste

TEMA DO MÊS: DIVERGENTE

O tecnólogo, autor e designer John Maeda explica: “Um pensador divergente pega numa ideia e expande-a. Eles procuram novas formas de conectá-la com outras coisas distintas […] Eu sou a favor de uma síntese para conectar o convergente e o divergente.”

Como criadores, construtores e pensadores, como é que podemos melhorar na tarefa de resolver problemas complexos? Um ponto de partida promissor é partilharmos o mesmo espaço com aqueles que tradicionalmente consideramos diferentes. 

Os momentos de divergência podem criar futuros maravilhosos quando estamos dispostos a abrir espaço à mudança. Dá um passo atrás para refletires nos ventos de mudança que queres receber hoje na tua vida.

O capítulo CreativeMornings Valencia escolheu para este mês o tema “Divergente” e a Núria Tamarit ilustrou-o. O parceiro Basecamp/HEY apresenta-o globalmente.

PROMESSAS E CAMINHOS COM PAULO DUARTE

Sexta-feira começou da melhor forma: às 8h30 com o primeiro evento do ano da CreativeMornings Porto. Foi também a estreia da nossa nova host Mariana Barbalho. O tema de janeiro era “Promessa” e terminámos com a sensação de tarefa cumprida. Prometemos um evento em grande, e cumprimos.

O ano é novo, a host também, mas há dinâmicas que nunca se vão alterar. A CreativeMornings Porto será sempre um lugar seguro para interação, partilha e autenticidade. E foi com esta mensagem que a Mariana Barbalho começou o seu primeiro evento. Um momento seguido de pequenas dinâmicas e da partilha, por parte de vocês audiência, dos livros que vos acompanham nestes dias.

Uma partilha que continuou, mas de forma mais íntima com a passagem da palavra à nossa audiência. Abrimos o microfone para 30 segundos de pitch com a Natalia Mingotti e o projeto Bom Sabor Bom Amor, um projeto à volta da comida caseira feita para nutrir a alma e o corpo. Seguimos com a Jolin Matraku a ilustradora do tema do mês de janeiro. Partilhou connosco o processo criativo da sua ilustração e o quão pessoal esta é. E no final o João Aires e o seu testemunho sobre as FieldTrips da CreativeMornings. Ou por outras palavras de como estas são momentos de partilha, aprendizagem e diversão. Se não as conhecem, descubram-nas o mais rápido possível.  

Após esta primeira parte mais dinâmica e com uma troca de experiências que representa o propósito desta comunidade, passamos a palavra ao Paulo Duarte. Há convidados que nos inspiram e surpreendem, e o Paulo foi um deles. Subordinado ao título “Promessas e Caminhos”, a conversa começou com o seu percurso, de comissário de bordo a padre. E também com um conselho para quando olhamos para o nosso passado: não o podemos alterar, mas podemos olhar para ela de forma diferente e aprender algo novo. 

“Enquanto humanos não podemos viver sem fé”

Quando se fala em fé a primeira ligação é com a religião, mas nas palavras do nosso convidado esta não se manifesta apenas neste sentido. A fé está presente nas nossas relações, das mais simples às mais complexas. Todas as nossas relações são baseadas na fé, na confiança que estabelecemos com o outro lado. E a confiança nasce de uma promessa.

No dia-a-dia fazemos diversas promessas. Umas cumprimos, outras não. E depois temos as grandes promessas, como por exemplo num casamento. O segredo para cumprir, ou manter essas promessas, é ter em consideração o dinamismo da realidade. Estamos em constante mudança e é importante ter consciência desta verdade e de como por isso uma promessa se pode renovar/reformular.  

E onde entra a criatividade?

Segundo Paulo Duarte, a criatividade está presente quando se ajuda alguém a viver bem a sua promessa, seja no contexto religioso ou no relacional. Está também presente quando esta não cumpriu a sua promessa e o passo seguinte é conversar e dar passos de reconciliação.

A conversa terminou com a importância do silêncio. Nas palavras do nosso convidado para reformular uma promessa é preciso silêncio. Temos que nos distanciar da realidade, observá-la de outras perspetivas, e ver algo novo. Segundo o Paulo, perceber as nossas qualidades é também importante neste processo.  

“Quando eu estou marcado pelo defeito entro em competição, quando começo a perceber as qualidades, entro em colaboração. (…) A criatividade abre-se à colaboração, e a colaboração abre a criatividade. E assim podemos prometer novas coisas para avançar(…)”

Foi uma sexta-feira inspiradora para terminar o mês de janeiro. Mesmo online, nada teria acontecido sem os nossos parceiros. Obrigada ao Gira Terra Oficina de Artes, Senzu Coffee Roasters, abcoffee e ao Porto Canal. Temos encontro marcado no próximo dia 26 de fevereiro com um convidado ainda a anunciar.

LADO A LADO: GIRA TERRA OFICINA DE ARTES

Esta sexta-feira, 29 de janeiro, acontece o nosso primeiro evento do ano. Com o tema “PROMESSA” vamos receber o Paulo Duarte. Desde março de 2020 que não realizamos nenhum evento presencial, mas mantemos uma relação próxima com os nossos parceiros, que mesmo neste formato digital continuam a acreditar e apoiar a nossa comunidade criativa.

Este mês falamos do Gira Terra Oficina de Artes. Como o próprio nome indica é um espaço dedicado às artes, manuais e bem-estar, onde se procura partilhar experiências artísticas em comunidade. No seu espaço, na Rua Visconde de Setúbal, número 157, coexistem espaços de co-working, cursos, workshops, assim como um café e um jardim para relaxar. Cada um deles oferece uma experiência única.  

Criado pelas mãos do Daniel e da Eneide, ambos apaixonados por olaria, o Gira Terra tem como objetivo fazer com que a arte da olaria possa renascer e ser mais valorizada. Ao fazê-lo esperam também levar mais pessoas a apostar nela, seja a título pessoal ou profissional.  

Este é um espaço abertos a todos, artistas experientes ou meros curiosos que aqui encontram um ambiente familiar onde podem dar largas à sua imaginação. E se a olaria não for a arte escolhida, não há problema. No Gira Terra há também espaço para a costura, pintura, bordado ou até caligrafia, em formato curso ou workshop. Descobre tudo no website e segue-os no Facebook ou Instagram.

Para segurança de todos os eventos vão continuar online até ao verão. Quando for possível regressar aos eventos “minimamente presenciais”, o Gira Terra será o nosso primeiro ponto de paragem.  

Texto:  Mariana Monteiro

Fotografia: Gira Terra Oficina de Artes

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