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CONVIDADO: PAULO DUARTE

Janeiro é mês de promessa e no próximo dia 29 de janeiro trazemos um convidado muito especial: Paulo Duarte. Autor de dois livros “Deus Como Tu” e “Rezar a Vida”, Paulo Duarte é padre jesuíta e entre muitos objetivos, trabalha para quebrar com alguns estereótipos da Igreja.

Diariamente, Paulo Duarte acompanha muitas pessoas em conversas, celebrações, missas e passagem de conhecimentos. Para além de padre, é também professor. Cativar audiências não é uma missão estranha, e evento com a CreativeMornings Porto não será por isso uma novidade. Com um passado muito presente, porque aplica o que aprendeu aos dias de hoje, sofreu de bullying, foi assistente de bordo, frequentou o curso de Filosofia e há mais de 14 anos que tem aulas de dança, sendo este inclusive o tema da sua tese: “Tomorrow Shall Be my Dancing Day - Pistas para um Estudo Teológico da Dança e do Corpo” .

Com um sentido de espiritualidade muito grande, Paulo Duarte procura alterar algumas doutrinas da igreja, e que a imagem do padre conservador, retrógrada e sério seja substituída pela imagem de um padre aberto e próximo das pessoas.

O que podes esperar do evento de dia 29 de janeiro? Um convidado carismático, a estreia da nossa nova Host e um evento que promete explorar o teu sentido de comunidade.

Temos a tua companhia nesta viagem pelo tema “Promessa”?

Texto: Mariana Monteiro

Fotografia: Pedro Sadio

Design: Diogo Fernandes

TEMA DO MÊS...PROMESSA

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Uma promessa é fazer algo “porque dissemos que o faríamos”. As promessas assumem todos as formas e feitios: compromissos, atos de bondade, novos hábitos ou abandonar velhos, acordos ou resoluções. Graças à imprevisibilidade da vida, as promessas são feitas e quebradas a toda a hora. 

Mas qual é o valor e o impacto de sermos pessoas de palavra?

Alex Sheen, especialista em responsabilidade e compromisso explica “Uma promessa pode ser o reconhecimento de algo simples. Uma promessa pode ser um ato de bondade aleatório. Podes fingir que te importas, mas não podes fingir que apareces.”

Na cultura albanesa a palavra “Besa” significa um código de honra e compromisso, ultrapassa o significado de meramente cumprir uma promessa, tornando-se mitológico na sua divindade como juramento solene.

As promessas feitas e cumpridas são trocas de poder. Este ano, convidamos-te a fazeres e cumprires uma promessa a ti próprio e outra aos que te rodeiam. Quando elaboradas para um impacto positivo, até as promessas mais pequenas podem desencadear ondas de mudança significativas. 

O capítulo de Tirana escolheu “Promessa” como tema do mês e a talentosa  Jolin Matraku ilustrou-o. 

Fim de um Ciclo

Todo o final significa também o início de algo novo. Encerramos 2020 a despedirmo-nos da nossa anfitriã Ana Azevedo. Durante dois anos deu a cara e a voz à CreativeMornings Porto. Dois anos de dedicação, paciência e muito esforço. Ser host de um capítulo da CreativeMornings é estar à frente de um evento de pessoas que todos os meses se reúnem para um pequeno-almoço onde mais do que um encontro para tomar um café, é um encontro de partilha de conhecimentos e criatividade.  

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Através da Ana, conhecemos convidados inspiradores, projetos fantásticos e ideias que mais do que servir propósitos inspiraram a comunidade a acreditar nos seus sonhos. Por isto tudo, obrigada Ana.

Este é um fim de ciclo não só para a nossa host, mas também para mais 4 elementos da CreativeMornings Porto: Catarina David, Edite Amorim, Joel Faria e Liliana Gonçalves. Estes eventos são o esforço de uma equipa de voluntários que dedicam, de forma gratuita, o seu tempo a um propósito: a partilha de ideias. 

A Catarina David é a nossa Video Admirer. Através do seu olhar atento captou os abraços e as ideias que contam a história dos anos em que foi voluntária da equipa de vídeo. Momentos transformados em vídeos partilhados por toda a nossa comunidade, afinal uma imagem vale mais do mil palavras.

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A Edite Amorim começou como participante dos eventos. A CreativeMornings Porto cativou-a tanto que da participação à dinamização das atividades ao pequeno-almoço foi um saltinho. Foi oradora em 2015 e em 2019 juntou-se à equipa de voluntários. É a pessoa sempre pronta para tudo e para qual não há ideias malucas ou impossíveis.  

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E se uma imagem vale mais do que mil palavras, o que valem as ilustrações? Para a CreativeMornings Porto um evento sempre foi sinónimo de expressão artística através dos traços inspirados do Joel Faria. Uma linguagem visual única que o ligava diretamente aos sorrisos, aos olhares e aos abraços da nossa comunidade.

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Os podcasts da CreativeMornings Porto têm um nome: Liliana Gonçalves. É a voz que divulga o nosso trabalho e dá um outro tom a todos os eventos. Entusiasta das redes sociais e do mundo digital, estes também nunca lhe foram estranhos e através de palavras e imagens chamava a atenção de toda a comunidade para sugestões e histórias que merecem ser ouvidas.

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E se a eles dizemos “adeus” à Mariana Barbalho dizemos “olá”. A nova host foi apresentada no evento do passado dia 11 de dezembro. Presença assídua dos eventos, aceitou de alma e coração a tarefa de continuar este projeto fantástico e o debate de ideais à volta de uma caneca de café quentinho.

Bem-vinda Mariana!


Texto: Mariana Monteiro

Fotografias: Filipe Brandão

Gustavo Carona...um convidado Radical

O nosso evento de novembro, numa sexta-feira 13, foi o mais radical até hoje, não só porque este era o tema à volta do qual tudo se iria passar, mas também porque não sabíamos se iriamos ou não ter convidado! Tudo correu bem e foi uma sexta-feira 13 com muita sorte, e boa disposição!

A equipa CreativeMornings Porto, respeitando todas as regras de segurança, reuniu-se no Cultura Que Se Come, um espaço fantástico no Porto que vale muito a pena conhecer. Com a ajuda dos nossos parceiros - Senzu Coffee Roasters, abcoffee, Gerador, Porto Canal e Rádio Portuense -, o café estava no ponto, o pequeno-almoço repleto de sabor e o entusiasmo ao máximo.

Gustavo Carona é um nome sonante nos dias de hoje, e uma das vozes mais ativas no alerta para a situação pandémica que vivemos, tema que não sendo a razão do convite ou do evento, acabou por surgir inevitavelmente na conversa.

Ao longo de mais de 20 minutos, uma animada conversa ente a nossa Host, Ana Azevedo, e o Gustavo, levou-nos a viajar pelo mundo da saúde e o radical da ciência. A introdução foi feita com as missões humanitárias que o nosso convidado realizou com os Médicos Sem Fronteiras. Ambientes adversos e realidades muito diferentes do seu dia-a-dia. Aventuras em que saindo da sua zona de conforto, encontrou também um conforto maior.  

“A minha zona de conforto passa muito por olhar para o espelho e gostar daquilo que vejo.  (…) Fui achando que a medicina não podia ser só o exercício de uma profissão no seu sentido mais estrito. Achei que os meus saberes podiam ser úteis noutra parte do mundo e essa vontade fez-me sair da minha zona de conforto. Mas para mim eu não estava confortável se ficasse no mesmo sitio. Fui à procura de um conforto maior”.

Tem duas missões que o marcaram bastante: Paquistão e Síria.  Esta última, marcou ainda mais porque tinha um contexto ainda mais adverso, com a proximidade da guerra, e porque teve cinco companheiros que foram raptados e isso foi uma história marcante. As missões deixam muitas cicatrizes emocionais e não se recupera das mesmas, mas também não é suposto porque não é suposto esquecer.

“Vou aprendendo e tentando não me radicalizar no sentido de me revoltar com a disrupção, com o desnível de realidades por onde tenho andado”.

A conversa continuou pelos meandros da radicalidade do mundo profissional onde o Gustavo se move, abordando aspetos como a morte e como se lida com a mesma, os direitos humanos e o o “valor da vida humana”; e o medo da ignorância na perspetiva que o conhecimento salva vidas.  

Na perspetiva do Gustavo Carona, a ignorância tem duas perspetivas: a forma como acontece nos países subdesenvolvidos onde ainda é preciso ensinar a importância da água potável e de como a não potável mata muita gente, e a ignorância do “nosso mundo”, dos países desenvolvidos. Esta é uma ignorância em relação ao mundo real, que é uma mistura de não querer saber com o não ter informação fidedigna.

“A ignorância é a doença que mais mata. E o tempo atual é um exemplo disso.”

Para terminar, a importância da ciência, bem visível nos dias de hoje, e de como esta deve ser respeitada. Respeitar os seus paradigmas, as suas regras e o seu método cientifico.  

“Aquilo que nós estamos a assistir hoje é o confundir de opiniões de pessoas que nada sabem do assunto com opiniões de pessoas que dedicaram o melhor das suas vidas à ciência”.

Não podíamos ter tido uma sexta-feira 13 mais interessante e cheia de coisas boas. E também radical, afinal era esse o tema do mês. Vê a conversa completa na página da CreativeMornings Porto ou ouve o nosso podcast, disponível na página mais criativa do Spotify.

Texto: Mariana Monteiro

Fotografia: Filipe Brandão

Podcast: Liliana Gonçalves

O TEMA DE DEZEMBRO É...BIOFILIA!


Aprecia os seres vivos.

Comunga com a natureza.

Traz a natureza para dentro de portas. 

Introduzida na década de 1960 por Erich Fromm, “biofilia” refere-se a uma ideia romântica: seja com um ser humano, um animal, uma planta ou na natureza, os humanos têm o desejo e instinto natos de querer conectar-se com a natureza e outros sistemas vivos.

O zumbido crescente dos movimento constante dos bairros e cidades, o trânsito barulhento, e a leitura superficial dos nossos equipamentos eletrónicos pode adormecer os nossos instintos naturais. No entanto, mesmo nos ambientes mais urbanos, expressamos a nossa biofilia através de um vaso recém-plantado num canto ou permitindo que vegetação cresça naturalmente em paredes de cimento. 

Todos os dias, temos a oportunidade de crescer e tornarmo-nos protetores implacáveis do nosso meio ambiente, e não apenas amantes e beneficiários do mesmo. Juntos, existimos. A oradora da CreativeMornings, Missy Singer, disse: “ A natureza ao nosso redor é a natureza dentro de nós ”.

O capítulo de  Düsseldorf  escolheu “Biofilia” para tema do mês e Lara Paulussen ilustrou-o. O tema é apresentado pelo nosso novo parceiro global Skillshare

LADO A LADO: SENZU COFFEE ROASTERS

Este mês o nosso parceiro em destaque fala-nos de café, do bem tão essencial ao nosso despertar, e também aos nossos pequenos-almoços criativos. O Diogo Amorim é a mente por detrás da Senzu – Coffee Roasters, um apaixonado por café que sabe tudo o que há para saber sobre o mesmo. Um radical empreendedor da cidade invicta que ousou conhecer até à raiz a sua paixão.

“A Senzu nasceu da vontade do Diogo partilhar com o mundo o seu amor pelo café.”

Para a Senzu, e para o Diogo, o café não tem segredos e até o mais pequeno detalhe é pensado ao pormenor. Curto, cheio, pingado, em chávena fria ou escaldada, não interessa. Na Senzu, os grãos são torrados na perfeição e seja qual for o desejo ou o pedido, a promessa será cumprida. Aqui podem comprar grãos de café que contam histórias da Colômbia, Brasil, Equador ou Etiópia, e que no final, vão ser o elixir essencial para o vosso dia-a-dia.

A paixão pelo café está tão vincada no Diogo que fundou a abcoffee, também parceiro da CreativeMornings Porto, e a primeira escola de café do Porto. Se na Senzu encontras o café de especialidade ideal para estes dias de retiro, na abcoffee encontras uma escola de “cursos e workshops práticos e abrangentes, para profissionais e entusiastas”.

A Senzu – Coffee Roasters é um daqueles projetos que desafia todos os sentidos. Os nossos quando nas suas instalações nos reunimos para eventos versão 3.0 neste tempo de pandemia, e os vossos para quem só o cheiro a café é um despertador matinal.

O nosso próximo encontro está marcado para o próximo dia 11 de dezembro, ao sabor do café da Senzu, claro está. Até lá, podes seguir este projeto nas suas redes sociais – Facebook e Instagram – ou visitar a sua loja online.

Texto: Mariana Monteiro

Fotografias: Filipe Brandão

#creativemornings #creativemorningsporto #parceiro #cafe

Movimento sobre Rodas com Inês Ponte Grancha

O tema de outubro foi escolhido pelo capítulo de Cleveland, e quando soubemos que íamos andar em MOVIMENTO, soubemos que tínhamos de nos movimentar em grupo. Assim, nasceu o primeiro evento nacional CreativeMornings, com Porto e Lisboa lado a lado.

E só poderiam vir coisas boas da união de duas comunidades muito criativas. Logo para começar tivemos a DJ Tété Funky Leaf que nos trouxe boa música, muito Groove e boa disposição. E depois foi tempo de descansar e relaxar numa aula de Yoga com a Marta Afonso.

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Dois momentos divertidos que antecederam a nossa oradora: Inês Ponte Grancha. Enquanto primeira mulher a ganhar um campeonato de rali em Portugal, a Inês está sempre em movimento. Um movimento perpetuo entre três profissões que exigem muita criatividade: Copiloto, Fisioterapeuta e Mãe.

A entrada no mundo dos ralis foi feita pelas mãos do pai.  Se no início o trabalho foi feito para o lugar de Piloto, o destino ditou que seria como Copiloto que o futuro se iria escrever. Esta é uma tarefa difícil que exige muito estudo, precisão, atenção e comunicação constante.

“O que eu digo tem que causar uma reação por parte do piloto, por isso não posso dizer algo que ele nunca tenha ouvido ou que não saiba o que significa”.

No meio disto tudo, a nossa convidada move-se num mundo maioritariamente de homens. O universo dos Ralis em Portugal, e mesmo a nível mundial, é masculino e tal apresenta desafios acrescidos para todas as mulheres que queiram ingressar neste mundo. Realçando este facto, a Inês relembrou o momento em que recebeu o convite para ingressar uma das melhores equipas de Ralis do Campeonato Português.  Um convite que foi um misto de reconhecimento pelo seu trabalho, mas também como jogada de Marketing e Publicidade. O talento da nossa convidada provou que não há distinções de género, apenas engenho, trabalho e muita dedicação.

Inês Ponte Grancha reconhece que o trabalho de Copiloto é muito exigente e normalmente feito a tempo inteiro, mas não podia deixar de lado duas outras paixões: a fisioterapia e a maternidade.

Como consegue conciliar tudo? Nas palavras da própria deve o seu sucesso à vontade de querer provar a si própria que era capaz; à família que é a sua base e estrutura de apoio; à separação constante entre as três profissões e foco total na que está a exercer naquele exato momento; a nunca ter sido demasiado ambiciosa ou passado por cima de alguém; e ao facto de se ter mantido sempre positiva, mesmo quando tudo desmorona.

“Nos momentos difíceis temos que nos agarrar sempre ao que é bom.”

Foi um evento divertido, sempre em movimento e cheio de boas surpresas. Um evento que não teria acontecido sem os nossos parceiros: o Veloculture que tão bem nos recebeu; a Senzu, oBean’Go, a Trindade Pão Artesanal, o Shoyce, o abcoffee, a Honest e a Greenalyn por nos alimentarem com um pequeno-almoço fantástico; ao Gerador, Porto Canal e Rádio Portuense que nos fazem chegar mais longe.

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O próximo evento é já no próximo dia 13 de novembro e vai ser muito radical. Inscrevam-se! Até lá sigam-nos na vossa plataforma favorita: Facebook, Instagram, Twitter, Flickr ou Spotify.


Texto: Mariana Monteiro

Fotografia: Filipe Brandão

O TEMA DE NOVEMBRO É…RADICAL

Quando abraçamos ideias radicais para uma mudança positiva, devemos estar dispostos a reconstruir o que vemos e agir de forma diferente. Novas portas e realidades só se irão abrir quando em conjunto nos começarmos a mover de maneira diferente.

“É no espaço das “ideias” onde radicalmente podemos mudar os sistemas”, explica a artista e curadora cultural Favianna Rodrigues. “E isto é, como podemos reformular completamente a nossa sociedade?”

Ser radical pode ser tão simples como exercer um novo nível de hospitalidade e generosidade. A empreendedora e ativista Tanya Torp partilha “É radical quando permites que outros liderem e sais do caminho. Eu defino hospitalidade radical como «conexões transformadoras através do bem receber»”.

Este mês, encorajamos-te a acalmares a tua mente e pensares sobre as áreas em que gostarias de agitar as coisas. Juntos, vamos criar locais radicalmente mais profundos, amáveis e acolhedores.

O nosso capítulo de San Diego escolheu explorar o tema RADICAL este mês e a Maheswari Janarthanan ilustrou-o. O tema é apresentado globalmente pela Mailchimp!

LADO A LADO: GERADOR

Somos uma comunidade criativa e se uma vez por mês, mesmo agora em modo online, levamos até ti o pequeno-almoço mais produtivo da invicta, deve-se aos nossos parceiros. Aos empreendedores e às mentes fervilhantes por detrás de projetos fantásticos que emprestam um bocadinho de si à CreativeMornings Porto.

A partir de hoje, e uma vez por mês, vamos falar de um dos nossos parceiros. Sem ordens ou preferências, todos vão ser apresentados.

Começamos com o Gerador, “uma plataforma de reflexão, ação e comunicação sobre cultura portuguesa”. Sem eles, o trabalho da CreativeMornings Porto não teria tanta visibilidade porque através das suas palavras, eles fazem as nossas chegar a mais pessoas.

Para nós, o Gerador é um instigador da cultura e identidade portuguesa. Uma porta aberta para conhecermos melhor o que nos identifica. Aqui neste projeto com raízes em Lisboa cabe um palco online, onde de segunda a domingo entram em cena performances, conversas, música ou até jogos. Uma academia feita de pessoas apaixonadas que têm “uma mensagem para o mundo”. Uma revista centrada na investigação jornalística da cultura portuguesa. E outros momentos, todos materializados na Central Gerador, o espaço físico que detêm no Lumiar.

No mês em que falamos de movimento e “criatividade sobre rodas”, o parceiro em destaque tinha de ser o Gerador que percorre o país de norte a sul à procura de arte e cultura em todas as suas formas e feitios. Conhece melhor este projeto através do website e segue-os nas redes sociais Facebook e Instagram. No próximo dia 23 de outubro, eles vão estar connosco, e tu?

OUTUBRO É MÊS DE... MOVIMENTO!

Como é que conseguimos arranjar espaço para novas ideias e energia criativa sem sair do lugar?

Enquanto os carros, os comboios, os barcos, os aviões ou outros meios de transporte nos levam para onde precisamos de ir – tomar notas dos nossos mundos interiores e absorver os detalhes à nossa volta pode ser muitas vezes o melhor veículo de renovação.

A tua busca pode levar-te a longos passeios pela natureza, a cozinhar ao som das tuas músicas favoritas, a observar as estrelas, ou a mergulhar num processo imersivo.  Encontrares a tua calma e encheres o teu copo primeiro vai ajudar-te a seres uma versão mais completa de ti própria – não apenas para ti, mas também para todos aqueles que podem precisar de ti.

Faz uma lista das atividades às quais podes concorrer quando precisares de ir do ponto do A ao B. Guarda-a num local de fácil acesso e consulta-a quando as coisas ficarem difíceis.

O tema de outubro foi escolhido pelo capítulo de Cleveland e ilustrado pela Aleea Rae.

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